sábado, 31 de agosto de 2013

A Fé que Vence o Mundo

  A Fé que Vence o Mundo              
1ª João 5:1-5

INTRODUÇÃO
- Será uma fé que busca a todo instante as bênçãos de Deus?
- Será uma fé que tem coragem de enfrentar todos os inimigos ?
- Ou será uma fé que acredita que Deus através do Seu Filho, garante salvação, vida eterna a todos que nele crêem e como resultado “... as demais coisas vos serão acrescentadas”?

PROPOSIÇÃO
- O que Deus ordena na Sua Palavra para nós não se torna tão pesado, porque o que é nascido de Deus vence o mundo;
- É importante observarmos que não é a pessoa que vence o mundo, mas o poder vitorioso de Deus que atua na vida da pessoa através da fé;
- Não é o homem quem vence, mas o seu novo nascimento em Deus.

SENTENÇA INTERROGATIVA
– Qual seria então a fé que nos faz vencer o mundo?

SENTENÇA TRANSITÓRIA
– De acordo com o texto, abordaremos três sentenças sucessivas que nos mostram qual é a fé que vence o mundo.

DESENVOLVIMENTO :
1) É A FÉ QUE FAZ DE VOCÊ UM NASCIDO DE NOVO – vs. 1-3
- “... nascido de Deus...”, isto é, gerado por Deus; crer é a conseqüência do novo nascimento. Os filhos de Deus manifestam que de fatos foram gerado por Deus pelo fato de crerem única e piamente no unigênito Filho de Deus;
- Este novo nascimento nos envolve num amoroso relacionamento com o Pai e com os Seus outros filhos. Aquele que é gerado por Deus, naturalmente ama Aquele que o gerou, isto é, ama a Deus; porém, João mostra que nesse relacionamento existe uma sociedade divina , “...também ama que dEle é nascido”. Observe que é estabelecido uma afinidade e, daí, afeição, não só entre o pai e filhos, mas entre os filhos e filhos. Isto quer dizer que todos os filhos de Deus devem se amar, pois todos são gerados em Deus, isto é, somos filhos do mesmo Pai.
- É impossível amar os filhos de Deus sem amar a Deus, como o é amar a Deus sem amar Seus filhos(4:20-21). Uma relação familiar une os dois amores(filhos e Pai). O amor a Deus tem uma Segunda conseqüência inevitável, a saber, obediência. Se amamos verdadeiramente a Deus, não somente amamos Seus filhos, mas também “praticamos os seus mandamentos”. V.3 – Existe uma conexão entre os dois: amor e obediência. O amor resulta da experiência emocional e a obediência resulta da experiência moral. Quero lhe dizer que Deus quer que o nosso amor seja ativo e prático. O nosso amor para com os nossos irmãos deve ser de fato e de verdade em serviço sacrificial(3:17-18); o amor a Deus, em guardar os Seus mandamentos.
- Jesus disse a mesma coisa acerca do sentido do amor a Ele (João 14:15,21).
- Não devemos achar difícil expressar o nosso amor mediante a obediência, pois “os seus mandamentos não são penosos”, isto é, dolorosos, pesados.
- Os regulamentos dos escribas e fariseus eram “fardos pesados e difíceis de carregar”Mt.23:4, mas o jugo de Jesus é suave e o Seu fardo é leve, Mt.11:30. A vontade de Deus é “boa, agradável e perfeita”Rm.12:2. É a vontade de um Pai perfeitamente sábio, cheio de amor, que procura o nosso bem-estar supremo.

2) É A FÉ QUE FAZ DE VOCÊ UM VITORIOSO – v. 4a.
- “...tudo o que..” , isto é uma aplicação do neutro. Está querendo dizer que não é a pessoa, mas “o poder vitorioso”. Isto é, “não é o homem que vence o mundo, mas o seu novo nascimento em Deus, é que vence”. O novo nascimento é um evento sobrenatural que nos tira da esfera do mundo, que Satanás governa, e nos traz para a família de Deus. “Fomos libertos do império das trevas...” Cl.1:13. A velha vida foi rompida, e a atração que tínhamos pelo mundo para nós, perdeu seu valor.


3) É A FÉ QUE FAZ VOCÊ CRER EM JESUS CRISTO COMO FILHO DE DEUS – v. 4b.
- É aquela fé que rejeita o falso ensino e afasta-se dos falsos mestres. 2:16 – “...concupiscência carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida...” . Tem que ter fé para resistir as heresias e também as perseguições. Mas seja qual for a forma que o mundo ataque a igreja, a vitória é nossa. Nunca deixe de acreditar em Jesus e na Sua Palavra, pois se mantivermos firmes a nossa fé o mundo não prevalecerá sobre nós.

APLICAÇÃO – A fé que vence o mundo tem como resultado desligar-nos dele e ligar-nos a Deus. Tem como princípio guardarmos os seus mandamentos. A fé, o amor e a obediência, são marcas do novo nascimento. Ele nos traz, queiramos ou não, relação com Cristo, com Deus, com a igreja e com o mundo que não podemos repudiar e que nos caracteriza como cristãos.

CONCLUSÃO – Observe que as extremidades de todo o processo são idênticas. Por quê somos filhos de Deus? Porque somos nascidos de cima. Os filhos de Deus são amados por todos os que amam a Deus. Os que amam a Deus guardam os seus mandamentos. Guardam os seus mandamentos porque vencem o mundo, e vencem o mundo porque são crentes em Cristo, nascidos de cima. Que Deus nos abençoe em nome do Senhor Jesus. Amém!!!



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Escrito por: Pr. José Pinto de Oliveira

Cia Jeová Nissi na Adonai














As duas fases da libertação Expulsão

As duas fases da libertação Expulsão – Ela acontece com uma ordem expressa ao espírito para deixar aquela vida. Para isto basicamente é preciso entendimento, compreensão sobre o assunto e autoridade espiritual. Nenhuma delas parece difícil, pois Jesus garante que todo o cristão tem esta autoridade e que o Espírito Santo nos daria entendimento de todas as coisas. Renegação – Esta é uma parte na libertação essencial e que estava encoberta para muitas pessoas. A renegação resolve o problema da base legal pela qual os espi´ritos acbam voltando. “Renegar significa tornar sem efeito e rejeitar”. Adquire-se um desprezo pela coisa renegada. Portanto, não é simplesmente abandonar. É por esta razão que renegação desempenha o papel de veneno contra Satanás e suas forças contra nós. A renegação deve ser feita pela pessoa oprimida em voz audível para Satanás e seus demônios ouvirem, pois eles não são oniscientes. A pessoa deve renegar todos os vínculos que mantinha com as trevas. Renegar os vínculos é fechar as portas de entrada dos demônios. Como impedir que os demônios voltem a tomar conta de uma pessoa? E como libertá-la totalmente do poder do inferno tornando-a poderosa em Deus para ser um exemplo? João 8:32 "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Uma das maiores portas de acesso de demônios na vida das pessoas se chama vínculos. Precisamos entender o que são vínculos e então quebrá-los, fechando assim estas portas. Vanderlei Cardoso, pastor

A Prática dos Cinco Ministérios

A Prática dos Cinco Ministérios
“E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo.” (Ef 4:10-11)

Segundo este texto, os cinco ministérios não são chamados para fazerem o serviço, mas para aperfeiçoar, treinar e equipar os santos, para estes exercerem o ministério. O foco daqueles que chamados para serem apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres não está na pessoa destes e no exercício do apostolado, do profético, do evangelismo, do pastorado ou do ensino. O trabalho fundamental destes ministérios é preparar os santos para estes exercerem o ministério (serviço).

Diante disto, como, então, os cinco ministérios devem exercer sua função? A resposta a esta pergunta é uma chave preciosa, porque a maneira que respondemos determina a forma de como exercemos nosso chamado. Ou seja, a resposta a esta pergunta determina o perfil de nosso ministério. Este é o segredo do sucesso ou do fracasso daqueles que foram chamados para exercerem os cinco ministérios.

Apesar da importância desta resposta, ela é muito simples. Cada ministério foi chamado principalmente para preparar a igreja na característica do chamado que possui. Assim, o apóstolo deve fazer com que a igreja seja apostólica, o profeta precisa levar a igreja a ser profética, e o evangelista deve gerar na igreja o espírito evangelístico. Não é simplesmente que o evangelista deve evangelizar, mas sim fazer com que a igreja se torne evangelística. Para isto, certamente o evangelista deve ter uma boa experiência e prática de evangelismo para ter um bom testemunho e saber ensinar, transmitir e impartir esta característica à igreja. Assim também o apóstolo deve viver na prática apostólica para poder influenciar a igreja apostolicamente.

Com isto em mente, o foco do apóstolo não está na pessoa do apóstolo, mas no exercício do apostólico. O que um apóstolo deve mais entender e se preocupar é em como gerar o espírito apostólico na igreja e não em como ser um apóstolo. O que um apóstolo deve entender é sobre o apostólico e não sobre o apóstolo. Se assim fizer ele será um bom apóstolo. Igualmente acontece com os outros ministérios. O profeta não deve estar preocupado em como é um profeta, mas no que consiste o profético. A vida de um profeta deve estar encharcada com o espírito profético para gerar este espírito na igreja. E assim com cada ministério.

Compreendido isto, tiramos o foco da pessoa e colocamos o foco na função. Entendemos que as coisas na igreja não deveriam funcionar por causa de um “figurão”, mas porque todo corpo está aperfeiçoado e trabalhando nos cinco ministérios.

Resumindo: a preocupação do apóstolo deve ser gerar o apostólico na igreja. A preocupação do profeta deve ser gerar o profético na igreja. A preocupação do evangelista deve ser gerar o evangelístico na igreja. A preocupação do pastor deve ser gerar o espírito pastoral na igreja. E a preocupação do mestre deve ser gerar o conhecimento na igreja. Ou seja, o apóstolo deve entender muito sobre o apostólico e não sobre o apóstolo. O profeta deve entender muito sobre o profético e não se preocupar em como é profeta. E assim por diante.

Falo isto por dois motivos. Primeiro porque muitos que são chamados apóstolos, profetas, etc. somente têm a preocupação consigo mesmo, em exercer seu ministério, esquecendo que sua função não está concentrada na sua pessoa, mas em gerar o espírito que Deus colocou sobre ele na igreja. Segundo porque se assim acontecer, começamos a entender que os cinco ministérios não são títulos e posições na igreja, mas funções de impartição do espírito que Deus colocou sobre estes ministérios.


Ricardo Wagner, apóstolo